Ministério da Saúde  
RIPSA

Indicadores de mortalidade

idb2013

 

 

Ficha de qualificação

C.3 Razão de mortalidade materna

 

Número de óbitos maternos por 100.000 nascidos vivos segundo Região e UF
Brasil, 2010-2013
Região e UF 2010 2011 2012 2013
Brasil 68,2 64,8 61,6 60,9
Região Norte ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ...
Acre ... ... ... ...
Amazonas ... ... ... ...
Roraima ... ... ... ...
Pará ... ... ... ...
Amapá ... ... ... ...
Tocantins ... ... ... ...
Região Nordeste ... ... ... ...
Maranhão ... ... ... ...
Piauí ... ... ... ...
Ceará ... ... ... ...
Rio Grande do Norte ... ... ... ...
Paraíba ... ... ... ...
Pernambuco ... ... ... ...
Alagoas ... ... ... ...
Sergipe ... ... ... ...
Bahia ... ... ... ...
Região Sudeste ... ... ... ...
Minas Gerais ... ... ... ...
Espírito Santo 65,6 60,3 64,4 48,1
Rio de Janeiro 83,6 74,3 80,8 80,4
São Paulo 45,1 40,8 36,8 39,3
Região Sul 52,2 44,4 48,0 34,9
Paraná 59,2 51,7 38,3 41,7
Santa Catarina 28,4 25,2 36,1 28,9
Rio Grande do Sul 59,3 48,7 66,2 31,1
Região Centro-Oeste ... ... ... ...
Mato Grosso do Sul 74,8 68,8 68,6 52,0
Mato Grosso ... ... ... ...
Goiás ... ... ... ...
Distrito Federal 45,2 43,7 43,7 53,9
Fontes:
MS/SVS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC;
MS/SVS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

Notas:

  1. O indicador foi calculado apenas para os estados que atingiram índice final (cobertura e regularidade do SIM) igual ou superior a 80% e cobertura do SINASC igual ou superior a 90%, o que corresponde a todos os estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com exceção de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás.

  2. Os valores apresentados podem diferir dos publicados em outros meios na primeira ou segunda casa decimal, em razão da forma de armazenamento e arredondamento.

  3. Valores elevados da mortalidade materna podem estar refletindo os esforços realizados, em cada estado, para melhorar a qualidade da informação.

  4. O cálculo do indicador nas regiões só é feito para aquelas em que todas as UF estejam representadas com as razões específicas. Apenas a Região Sul atendeu a esta condição.

  5. Para o total Brasil, a Razão de Mortalidade Materna (RMM) foi obtida aplicando-se fatores de correção às RMM brutas a partir das informações dos Sistemas de Informações de Mortalidade (SIM) e de Nascidos Vivos (SINASC).

    Os fatores de correção (k) foram obtidos a partir de publicações que indicaram um k=2,56 para o ano de 1990 (1), um k=2 para 1996 (2), e um k=1,4 para 2001 (3). Com estes três pontos, foram estimados os valores faltantes mediante regressão log-linear no período de 1990 a 1999. No período de 2000 a 2007 foi utilizado 1,4 como fator de correção. Em 2008 foi utilizado o fator de correção de 1,2. De 2009 em diante, foram utilizados modelos de regressão para estimar a RMM. Para 2013, ...

  6. Os valores apresentados podem diferir dos publicados em outros meios na primeira ou segunda casa decimal, em razão da forma de armazenamento e arredondamento.

  7. Consulte também o Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna.

Referências bibliográficas:

  1. Ministério da Saúde. Coordenação de Saúde Materno-infantil. Manual dos comitês de morte materna. Brasília, 1994.
  2. ANAKA, D.; ANDRETTA, A. C.; MITSUIKI, L. Estudo da magnitude da mortalidade materna em 15 cidades brasileiras. São Paulo: Ministério da Saúde, 1999.
  3. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção em Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Estudo da mortalidade de mulheres de 10 a 49 anos com ênfase em mortalidade materna - Relatório final. Brasília, 2006.
  4. Saúde Brasil ...
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